06 mar 20

O que pode ser medido, pode ser melhorado

“O que pode ser medido, pode ser melhorado”, Peter Drucker, 1909-2005.

Photo by Markus Spiske on Unsplash

A frase é de Peter Drucker e faz parte de um conjunto de ensinamentos deixados pelo pai da administração moderna. Foi professor, escritor e consultor empresarial, falecido em 2005 aos 96 anos, hoje ocupa o posto do grande pensador da era da globalização.

Entre seus ensinamentos, a importância de se ter dados confiáveis para a tomada de decisões já está bastante consolidada entre as disciplinas de gestão como, por exemplo, a administração da produção, finanças, planejamento estratégico e mais recentemente, o marketing. Todas estas disciplinas, naturalmente, evoluíram seus modelos de análise e, pelo menos desde a década de 80, utilizam o big data com grande desenvoltura, como é o exemplo do Six Sigma na gestão de processos, nascido na Motorola e disseminado por Jack Welch para o mundo a partir da GE.

Em Gestão de Pessoas, a chegada a essa fronteira é mais recente. Muito embora as ciências sociais tenham sido desenvolvidas com base em análise de dados, sua aplicação no mundo corporativo ganhou tração apenas no século 21. Curiosidade: você sabia que o famoso software de análise de dados, o SPSS, hoje da IBM, tem seu nome vindo de uma sigla que significa Statistical Package for the Social Sciences?

Entre as 150 Melhores, já há uma grande parcela que utiliza ferramentas de People Analytics e a adoção de ferramentas desta natureza está em franca expansão. Em 2018, 38% delas empregavam soluções quantitativas estruturadas para desenvolver a gestão do seu público interno. Em 2019, essa proporção saltou para 53%, o que representa um crescimento relativo de cerca de 40% em apenas um ano. Os processos que recebem maior apoio desta abordagem são: planejamento da força de trabalho (29%), desenvolvimento de pessoas (29%), acompanhamento da performance (27%) e a gestão da retenção de talentos (27%).

A gestão do Clima Organizacional, certamente é a forma mais frequente e madura de uso de dados para a tomada de decisões em gestão de pessoas. Apesar de maduro e disponível para qualquer empresa, este processo deve ser aprendido e utilizado repetidas vezes para que toda a organização se familiarize com a ferramenta e passe a se beneficiar dela.

A pesquisa de clima é uma ferramenta poderosa não apenas por permitir que se tome decisões com base em dados confiáveis, mas também para que seus gestores e, principalmente seus dirigentes, tenham a oportunidade de passar por um processo de autoconhecimento profundo, para que assim, cada um possa assumir seu papel como gestor de pessoas. E como contar isso para o mercado de trabalho? Como chamar a atenção dos talentos para que venham fazer parte do seu time? 

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